As competências essenciais para a
aprendizagem ao longo da vida, estão elencadas no documento – Quadro de
Referência Europeu: Comunicação na língua materna; comunicação em línguas
estrangeiras; competência matemática e competências básicas em ciências e
tecnologia; competência digital; aprender a aprender; competências sociais e
cívicas; espírito de iniciativa e espírito empresarial; sensibilidade e
expressão culturais, mas a sensação que trespassa é a pouca importância que se
tem dado a estas recomendações.
Nesta perspetiva, a EU tem desempenhado
um papel determinante no desenvolvimento destas competências, nomeadamente, através
dos programas Erasmus +, Grundtvig, Leonado da Vinci e outros. Estes programas
visam fomentar aprendizagens de qualidade, promover a mobilidade dos jovens, a
fim de que estes sejam uma juventude bem qualificada, apostando em mais
qualidade na Educação e na formação.
A educação e os estágios desempenham
um papel crucial na implementação desta estratégia e, consequentemente, na
integração, na aprendizagem ao longo da vida. Ora, a economia tem por base um
conhecimento competitivo e dinâmico e, neste sentido, deve haver um maior
investimento na Educação para atingir uma mobilidade mais real porque investir,
nesta área, é investir no conhecimento.
Além do referido, aprofundar os
conhecimentos sobre a Europa; sensibilizar os alunos para a defesa dos seus
direitos e para o respeito dos deveres europeus; incutir nos alunos a
consciência de que são cidadãos europeus, torna-os, sem dúvida, mais
enriquecidos e mais vigilantes na manutenção dos seus direitos, reconhecendo,
igualmente, o trabalho contínuo de cada um/uma na construção permanente e inacabada
de UMA Europa.

Sem comentários:
Enviar um comentário